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Estrela do futebol brasileiro, David Luiz é nomeado Embaixador Internacional de Boa Vontade do UNAIDS

Com a aproximação da Copa do Mundo 2014, UNAIDS potencializa poder de união do futebol.

David Luiz, novo Embaixador Internacional de Boa Vontade do UNAIDS, e Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS.

Brasília, 16 de abril de 2014 – Na reta final para a Copa do Mundo da FIFA no Brasil, que tem início em junho, o vice-capitão da Seleção Brasileira de Futebol, David Luiz, foi nomeado Embaixador Internacional de Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (UNAIDS).

David Luiz apoiará o UNAIDS promovendo iniciativas de sensibilização relacionadas ao HIV/aids e de promoção de direitos humanos. O novo Embaixador contribuirá também para a mobilização de fãs de futebol ao redor do mundo, em especial jovens, por meio de mensagens que promovam o fim da discriminação, destacando a importância da prevenção do HIV e do acesso ao tratamento para pessoas vivendo com o vírus.

“Estou convencido de que a dedicação e compaixão com as quais David Luiz vai exercer o trabalho terão um grande impacto ao alcançar milhões de jovens”, declarou o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. “No futebol, os jogadores se unem para atingir resultados. Da mesma forma, como um time, devemos nos unir para alcançar a meta de zero nova infecção por HIV. Durante a Copa do Mundo, o Brasil será o centro de todas as atenções, e David Luiz vai ser uma inspiração dentro e fora de campo.”

“É uma honra imensa ser um embaixador global para o UNAIDS, e pretendo usar minha posição para comunicar sobre como superar a aids no mundo”, disse David Luiz. “O mundo estará olhando para o meu país para assistir futebol de excelência durante a Copa do Mundo, e essa é sem dúvida uma ótima oportunidade para o UNAIDS e eu agirmos em conjunto – quero ajudar o UNAIDS a ser o time vencedor dessa jogada.”

David Luiz é destaque na campanha Proteja o Gol, uma iniciativa do UNAIDS que utiliza a popularidade e o poder de união do esporte para conscientizar e engajar os jovens na prevenção do HIV. Além disso, o novo Embaixador Internacional de Boa Vontade está promovendo a Campanha #zerodiscriminação do UNAIDS, que convida as pessoas a celebrarem o direito de todos a uma vida plena e digna, sem distinções de sexo, raça, cor, religião ou identidade de gênero.

Do total estimado de 35.5 milhões de pessoas vivendo com HIV no mundo, aproximadamente 5.4 milhões são jovens entre 10 e 24 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, cerca de 150 mil pessoas vivem com o vírus e não o sabem.

Para conscientizar o público durante esse período festivo, o UNAIDS firmou parcerias com o Ministério da Saúde, os estados e municípios das cidades-sede da Copa do Mundo, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), entre outros, para a distribuição de preservativos e panfletos com mensagens de prevenção, assim como a realização de testes voluntários de HIV nos Fan Fests – áreas onde os fãs de futebol poderão assistir gratuitamente aos jogos transmitidos em telões.

Os interessados em participar da iniciativa como voluntários devem ter mais de 18 anos e se inscrever até 5 de maio no site: www.protejaogol.org. Os voluntários irão colaborar nas ações de prevenção, distribuindo materiais informativos e preservativos. Para tanto, eles receberão treinamento e certificado de participação.

“Faça como David Luiz e venha apoiar a campanha Proteja o Gol”, convidou a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard. “A campanha precisa do envolvimento dos jovens. Vista a camisa e não deixe a aids marcar!”

Assista o vídeo de David Luiz falando sobre sua nomeação


David Luiz convida jovens a se engajarem na prevenção de HIV

 
CONTATO
UNAIDS Brasil: Jessyca Zaniboni, tel. +55 61 3038 9228 zanibonij@unaids.org

 

UNAIDS celebra a nomeação da Embaixadora Deborah Birx como nova Coordenadora Global dos Estados Unidos para a AIDS

Genebra, 3 de abril de 2014 – O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) parabeniza a Dra. Deborah Birx por sua confirmação como Embaixadora Especial e Coordenadora das atividades do Governo dos Estados Unidos para combater o HIV/AIDS em nível mundial, liderando os esforços internacionais do Governo dos Estados Unidos em relação ao HIV.

A Embaixadora Birx é uma líder muito respeitada no campo do HIV e, até sua nomeação como Coordenadora, ela foi Diretora da Divisão Global de HIV/AIDS dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

“A Embaixadora Birx é amplamente reconhecida por sua paixão e compromisso com a resposta à AIDS e seu trabalho já produziu grandes impactos positivos durante sua carreira”, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “O Plano de Emergência do Presidente dos E.U.A. para o Combate da AIDS (PEPFAR) é um parceiro-chave do UNAIDS e estou confiante de que, sob a liderança visionária da Embaixadora Birx, terá continuidade o extraordinário êxito do PEPFAR na prevenção de novas infecções por HIV e expansão do acesso ao tratamento”.

Com um grande reconhecimento por seu trabalho em pesquisas sobre a vacina contra a AIDS, a Embaixadora Birx foi condecorada com a Medalha de Serviço Meritório dos EUA por sua significante contribuição nessa área. Ela também teve um papel fundamental como Diretora do Programa de Pesquisa em HIV do Exército dos EUA e Diretora da Divisão de Retrovirologia do Instituto Walter Reed de Pesquisas do Exército de 1996 a 2005.

UNAIDS e PEPFAR são parceiros de longa data e têm colaborado em muitas iniciativas, incluindo a expansão do acesso ao tratamento, redução a zero do número de novas infecções entre crianças através do Plano Mundial para eliminação de novas infecções de HIV entre crianças até 2015 e manter as mães vivas, e a garantia de uma resposta sustentável e de longo prazo ao HIV

Contato
UNAIDS Genebra | Sophie Barton-Knott | tel. +41 22 791 1697 | bartonknotts@unaids.org

 

UNAIDS pede por acesso precoce aos serviços de testagem e tratamento de HIV e Tuberculose

Genebra, 24 de março de 2014 – No Dia Mundial de Combate à Tuberculose, o UNAIDS fez apelo urgente a fim de intensificar esforços globais para assegurar testagem e tratamento precoce de tuberculose e HIV. A tuberculose continua a ser principal causa de morte entre pessoas que vivem com HIV. Em 2012, estima-se que 1.1 milhão de novos casos de tuberculose ocorrerão em pessoas vivendo com HIV – com 75% dos novos casos ocorrendo na África.

O impacto conjunto dessas doenças é devastador para milhões de pessoas e suas famílias. Isto é inaceitável, pois a tuberculose possui cura e pode ser prevenida. Ao expandir o acesso à prevenção básica de tuberculose para pessoas que vivem com HIV, o objetivo de reduzir em 50% o número de mortes pode ser alcançado até 2015.
Estudos mostram que o diagnóstico e o acesso precoce ao tratamento de HIV podem reduzir em 65% o risco de infecção por tuberculose. Quando o tratamento de tuberculose é combinado com terapia antirretroviral (TARV), o risco da doença pode ser reduzido cerca de 90%.

Pessoas com maior vulnerabilidade devem ter a oportunidade de conhecer seu status e iniciar o tratamento mais cedo para prevenir a tuberculose ativa. Se pessoas vivendo com HIV desenvolvem tuberculose ativa, o tratamento imediato de TARV pode reduzir a chance de morte em cerca de 50%. Infelizmente, apesar do conhecimento da importância do diagnóstico e tratamento precoce de HIV e tuberculose, milhões de pessoas muitas vezes descobrem tarde demais que estão infectadas.

UNAIDS lançou Tratamento 2015 para expandir o acesso ao tratamento de HIV, que é importante para a prevenção tanto do HIV quanto da tuberculose. UNAIDS roga por ações de prevenção mais integradas e inovadoras – trabalhando em conjunto para aumentar recursos e alcançar todos os que vivem com HIV com intervenções de prevenção fundamentais da tuberculose, incluindo o acesso precoce aos serviços de testagem e tratamento.

UNAIDS está trabalhando em parceria com países, doadores e parceiros, incluindo a Parceria para o Fim da Tuberculose (Stop TB Partnership), o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, e o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Combate ao HIV/AIDS  (PEPFAR) para desenvolver soluções sustentáveis para integrar e oferecer serviços fundamentais de HIV e tuberculose.

No Brasil, o governo anunciou, no dia 1º de dezembro de 2013, a oferta de tratamento precoce de HIV através do Sistema Único de Saúde (SUS). O UNAIDS estima que o impacto da medida será positivo para a redução dos casos de tuberculose no país.

Comissão Europeia para a Saúde reitera compromisso em relação ao HIV

 

 

 

 


Caixa de texto: Da esquerda para o direita: Tonio Borg, Igor Radziewicz-Winnicki, Maia Rusakova e Luiz Loures. Foto: UNAIDS

Genebra, 20 de março de 2014 - O Comissário Europeu para a Saúde, Tonio Borg, demandou, no dia 18 de março, avanços no projeto de plano de ação sobre o HIV na União Europeia (EU) e países vizinhos para 2014-2016 – um forte indício do compromisso contínuo da UE para tratar a epidemia de AIDS como prioridade.
O plano de ação sobre HIV permitirá que o trabalho futuro seja focado em uma abordagem unificada com o objetivo de eliminar a discriminação, reforçar a liderança política da UE nessa área e melhorar o acesso aos serviços de HIV, especialmente para os grupos vulneráveis.
O anúncio foi feito em uma conferência organizada pela Comissão Europeia em Bruxelas para identificar as causas das desigualdades crescentes no acesso à assistência médica na União Europeia. A conferência – que se concentrou em três áreas-chave: equidade, HIV e saúde das pessoas em situação vulnerável – buscou definir os princípios e valores básicos para a melhoria da igualdade e redução da discriminação referentes ao acesso aos serviços de saúde.


Foram compartilhadas estratégias de sucesso relacionadas às necessidades de saúde de pessoas em situações vulneráveis, bem como as perspectivas de amplo alcance de grupos com necessidades especiais, como minorias étnicas, migrantes irregulares, idosos e ciganos.
A prevalência de HIV na Europa está aumentando em populações-chave de maior risco, principalmente entre homens que fazem sexo com homens (HSH). Na Europa Oriental, a epidemia também está aumentando entre pessoas que usam drogas injetáveis, seus parceiros sexuais e entre profissionais do sexo.


Participantes


Aberta por Viviane Redding, Vice-Presidente da Comissão Europeia, e pelo Comissário Europeu para a Saúde, Tonio Borg, a conferência contou com a presença de participantes de alto nível do governo, incluindo os Ministros da Saúde da Grécia e Letônia e o Subsecretário de Saúde da Polônia, juntamente com organizações da sociedade civil da UE. O Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS, Luiz Loures, também participou do evento.

Questões-chave

  • A discriminação contra populações e grupos específicos na União Europeia, como gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e migrantes, está bloqueando o acesso aos serviços de prevenção e tratamento do HIV, bem como o teste rápido de HIV.
  • A discriminação também afeta as políticas de saúde pública para outras doenças crônicas.
  • Uma estratégia no âmbito da UE continua sendo uma prioridade, pois essa é uma questão transnacional.
  • O empoderamento e engajamento de populações-chave como vozes políticas e parceiros em todos os níveis continuam sendo essenciais e devem ser reforçados e ancorados dentro de uma estratégia mais ampla.
  • São necessárias, na UE, uma nova revisão do progresso e a identificação das próximas etapas para a preparação para a Conferência Dublin+10 – a qual marcará o aniversário de 10 anos da Declaração de Dublin de Parceria para a Luta contra o HIV/AIDS na Europa e na Ásia Central.

 

Citações

“A discriminação não é uma questão retórica – custa dinheiro e vidas e precisa ser tratada através de nossa contribuição unificada, visto que é uma questão primordial.”
Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS, Luiz Loures

“As doenças não conhecem fronteiras e é por isso que uma estratégia da UE é essencial.”
Ton Coenen, Diretor Executivo da AIDS Fonds

“Permanecemos unidos em nossa determinação para melhorar a equidade na saúde.”
Tonio Borg, Comissário Europeu para a Saúde


Superando barreiras discriminatórias para serviços de saúde

Genebra, 14 de março de 2014 – Leis, políticas e práticas discriminatórias existentes, assim como atitudes negativas entre alguns profissionais de saúde são alguns dos obstáculos que impedem o acesso a serviços de saúde para muitas pessoas em nível global.

Esta é uma das conclusões centrais resultantes do debate realizado pela sede do UNAIDS em Genebra no dia 11 de março para explorar como barreiras discriminatórias nos serviços de saúde afetam diferentes grupos da população, incluindo pessoas vivendo com HIV, migrantes ilegais, travestis, transexuais e deficientes.

Para migrantes, a discriminação frequentemente se inicia no momento de partida, quando regulações podem incluir o teste compulsório de HIV, gravidez e de outras questões de saúde no país de destino. No intento de evitar estes testes, muitos migrantes optam por meios de migração irregulares, o que os torna ilegais e incapazes de acessar serviços de saúde.

Foto: UNAIDS 

A discriminação está embutida também na Classificação Internacional de Doenças (International Classification of Diseases), que considera transexuais e travestis como pessoas com distúrbios mentais. Em muitos países, incluindo mais de 20 na Europa, transexuais são obrigados a passar por esterilização antes da cirurgia de mudança de sexo, a fim de mudar a sua identidade de gênero.

Em relação à possível falta de compreensão sobre questões de travestis e transexuais entre médicos, Mauro Cabral, da Ação Global para a Igualdade Trans (Global Action for Trans Equality – GATE), destacou que “ignorância não pode mais ser uma desculpa. Médicos devem respeitar e não julgar pacientes.”.

Outra barreira comum identificada foi a percepção, em muitos países, entre a população geral de que recursos investidos em serviços de saúde para estas populações em questão são um desperdício.

O acompanhamento e documentação da discriminação foram enfatizados como uma estratégia para gerar evidência para tratar do problema. Nesse sentido, a Stigma Index e Human Rights Count foram apontadas como ferramentas as quais têm sido usadas de maneira bem sucedida para monitorar discriminação contra pessoas vivendo com HIV. Por exemplo, Human Rights Count  revelou a prática de esterilizações de mulheres vivendo com HIV.

“Quando o espaço e oportunidade são dados a comunidades para se envolverem no acompanhamento de Direitos Humanos, podemos identificar e tratar os verdadeiros obstáculos que levam pessoas a não acessar serviços de saúde”, disse Chris Mallouris, Assessor de mobilização de comunidades do UNAIDS. “Devemos assegurar que comunidades estejam no centro dos esforços para tratar discriminação. Elas devem estar lá como parceiras iguais”, ele adicionou.

O painel de debate concluiu com um reconhecimento a longa jornada à frente para alcançar a meta de zero discriminação. Participantes reconheceram que ações devem ser reforçadas para superar as barreiras dos serviços de saúde e que ninguém deve ser deixado para trás, para que os objetivos de saúde global sejam alcançados.

De Soweto à Salvador

Brasília, 13 de março de 2014 – A campanha ‘Proteja o Gol’ embarca em uma viagem emocionante. O Presidente Jacob Zuma da África do Sul, em solidariedade com o UNAIDS, deu o primeiro passo na turnê mundial que nos levará do Soccer City Stadium, Soweto, na África do Sul para Salvador, Brasil, onde iremos aproveitar a energia e a paixão global em torno da Copa do Mundo da FIFA de 2014, a fim de acelerar a visão de um mundo com zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS.

Durante o emocionante jogo amistoso entre as seleções da África do Sul e do Brasil, foi realizada uma cerimônia em que o Presidente Zuma assinou a bola da campanha Proteja o Gol. A bola viajará pela Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Gana e Nigéria – os cinco países africanos cujas equipes se classificaram para a Copa do Mundo FIFA de 2014 – e, em seguida, através de vários outros países que também têm suas seleções classificadas, antes de finalmente desembarcar em Salvador, Bahia, Brasil, onde será realizado o lançamento mundial da campanha. Esta mesma bola será assinada pelo Chefe de Estado de cada país ao longo da turnê. 

Na foto da esquerda para a direita: Danny Jordan, Presidente da SAFA; Djibril Diallo, Assessor Sênior do Diretor Executivo do UNAIDS; Kweku Mandela, Presidente da África do Sul Jacob Zuma; Ndaba Mandela, Embaixador do Brasil para a África do Sul, Pedro Luiz Carneiro de Mendonça; Dr. Robin Petersen, CEO da Agência de Desenvolvimento da SAFA. 

 

É muito oportuno que a turnê mundial comece em Joanesburgo, já que foi nesta cidade, o primeiro lançamento da campanha "Proteja o Gol" durante a Copa Africana de Nações de 2013, com o excepcional apoio da Associação de Futebol da África do Sul (SAFA) e da primeira-dama Sra. Tobeka Zuma e de sua fundação.


Uma atividade também foi realizada com as comunidades, envolvendo a distribuição de bolas "Proteja o Gol" para os jovens de comunidades carentes, incluindo jovens vivendo com o HIV.

Presidente da África do Sul Jacob Zuma assina a bola da campanha Proteja o Gol.

 

 

UNAIDS apoia campanha de carnaval ‘Só a alegria vai contagiar’

Rio de Janeiro, 1 de março de 2014 – O carnaval toma conta do Brasil e “Só a alegria vai contagiar”. Este é o tema do projeto de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis (DST) e testagem de HIV que foi lançado nesta sexta-feira (28), no sambódromo do Rio de Janeiro, com apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS[2]).

Mulheres das comunidades da Mangueira e do Morro dos Macacos, funcionários públicos e universitários vão abordar os foliões nas entradas da Marquês de Sapucaí para distribuir 400 mil preservativos, além de panfletos educativos e revistas com as letras dos sambas-enredo.

A iniciativa é da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Veiga de Almeida, realizada em colaboração com a Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, a RioTur e organizações não governamentais.

O professor Márcio Tadeu, coordenador do projeto ‘Só a alegria vai contagiar’. Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto

“A campanha não fala só de prevenção à aids, fala da vida, do cuidado que tem de ter com seu próprio corpo, fala que quando você previne a questão da DST/aids também está se cuidando, e encaminha as pessoas, faz trabalhos com mulheres, com adolescentes, então é educação em saúde”, explica o coordenador do projeto, professor Márcio Tadeu, que atua nas duas universidades e trabalha com esses temas há 22 anos.

Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto

Parte da equipe reunida no Botequim do Samba, no setor dois do sambódromo do Rio de Janeiro, no dia do lançamento. De preto ao fundo, o diretor executivo adjunto do UNAIDS, Luiz Loures.

O grupo do professor Márcio Tadeu, que reúne 13 pesquisadores de diversas áreas, também esteve no lançamento para coletar dados para uma pesquisa sobre o uso do preservativo e a realização do teste diagnóstico para sífilis, HIV e hepatites virais pelos participantes do carnaval no sambódromo carioca.
Esta é a segunda fase da campanha, iniciada em novembro nos barracões e quadras das escolas de samba tanto do grupo especial como o de acesso. Após o carnaval, ainda terá prosseguimento nas comunidades, principalmente no entorno das escolas de samba Mangueira, Salgueiro, Unidos da Tijuca e Unidos de Vila Isabel, com palestras, oficinas sobre educação sexual e treinamento.
O projeto também será adaptado, com ajuda de universitários africanos que estudam no Rio, para ser levado para Moçambique e Angola.

No Brasil, estima-se que mais de 718 mil pessoas entre 15 e 49 anos vivam com HIV e aproximadamente 150 mil não saibam que estão infectadas. A epidemia no Rio de Janeiro apresenta a segunda maior taxa de mortalidade por aids no país, logo atrás do Rio Grande do Sul. O estado é uma das cinco unidades federativas com maior número de pessoas vivendo com aids.

‘Discriminação é mais forte do que o vírus’, afirma UNAIDS
E no embalo do carnaval, a ONU também vai celebrar o Dia Mundial da ‘Zero Discriminação’[4], em 1º de março.
O UNAIDS vai levar para o sambódromo as borboletas coloridas, símbolo dessa iniciativa para inspirar a transformação e que está sendo disseminada principalmente nas mídias sociais, com sucesso em vários países.
Fotos de pessoas de comunidades vulneráveis, assim como autoridades e outras personalidades segurando as borboletas estão se espalhando pela Internet.

“A discriminação hoje é mais importante do que o vírus. A discriminação é mais forte do que o vírus da aids”, avalia o diretor executivo adjunto do UNAIDS, Luiz Loures.

Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto

O coordenador do projeto ‘Só a alegria vai contagiar’, o professor Márcio Tadeu (à esquerda), com o diretor executivo adjunto do UNAIDS, Luiz Loures (ao centro) e o carnavalesco e cenógrafo Milton Cunha, segurando o selo da campanha da #ZeroDiscrimination, do UNAIDS.

“Nós sabemos como tratar, nesses 30 anos, nós observamos progressos superimportantes, não existe paralelos na História, progressos científicos, principalmente na área biomédica e eu acho que a gente tem os instrumentos hoje para poder avançar mesmo em direção ao fim da epidemia, mas o desafio da discriminação é o maior impedimento nesse sentido”, afirma.
Na opinião de Loures, o Brasil é o melhor país para formar uma liderança global para intensificar a luta contra a discriminação por ter um histórico de mais tolerância com a diversidade do que outras nações.


Notas:

  1. : http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.onu.org.br%2Funaids-apoia-campanha-de-carnaval-so-a-alegria-vai-contagiar%2F
  2. UNAIDS: http://www.unaids.org.br
  3. Ouça também a matéria da Rádio ONU clicando aqui.: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2014/03/unaids-apoia-campanha-de-carnaval-so-a-alegria-vai-contagiar/#.UxH_63lDvZg
  4. celebrar o Dia Mundial da ‘Zero Discriminação’: http://www.onu.org.br/dia-mundial-de-zero-discriminacao-quer-eliminar-preconceito-contra-pessoas-vivendo-com-hiv/

 

Fonte: ONU Brasil

UNAIDS CELEBRA PRIMEIRO DIA MUNDIAL DE ZERO DISCRIMINAÇÃO

Brasília, 27 de fevereiro de 2014 - O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) comemorará no dia 1º de março próximo, o primeiro dia mundial de Zero Discriminação para celebrar os direitos humanos sob a perspectiva de uma vida produtiva, plena e digna.

Na ocasião, o UNAIDS Brasil recebe a visita da Diretora Executiva Adjunta do UNAIDS e Secretária-Geral Assistente das Nações Unidas, Jan Beagle. 

Ontem em Brasília, Jan Beagle discutiu questões de estigma e discriminação, violência de gênero e a agenda pós-2015 com a Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

“É uma honra receber a visita de Jan Beagle no Brasil. Demonstra mais uma vez o interesse internacional pelo trabalho do governo brasileiro na luta contra o HIV”, afirmou a Ministra Eleonora.

A Ministra reforçou a parceria já existente com o UNAIDS e se interessou pela campanha Zero Discriminação.

Tendo chegado ao Brasil nessa segunda-feira, Jan Beagle visitou organizações em São Paulo para conversar com a sociedade civil e ver exemplos de trabalho in loco.

 

A Diretora Executiva Adjunta esteve no Fórum de ONGs de São Paulo, no Centro de Referência e Treinamento de DST/Aids do estado de São Paulo, e no seu Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais. Nas visitas Jan Beagle teve a oportunidade de trocar experiências com os usuários desses serviços de saúde.

 “O Ambulatório e o Fórum são exemplos de como nós podemos alcançar a todos sem deixar ninguém de fora. Estou particularmente feliz por poder destacar estas histórias de sucesso de liderança em vista do dia de Zero Discriminação em 1 º de março próximo. "  

Para o dia mundial de Zero Discriminação, a borboleta foi escolhida como símbolo da transformação. A campanha #zerodiscrimination está sendo difundida pelas redes sociais desde o início de fevereiro, com sucesso em vários países do mundo.

A Prêmio Nobel da Paz, Aung Sang Suu Kyi, é a porta-voz do UNAIDS para o programa Zero Discriminação e incorpora os valores de uma luta por um mundo livre de preconceito e discriminação. O brasileiro craque de futebol David Luiz aderiu à campanha e os músicos embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Annie Lennox e Toumani Diabaté também estão entre as celebridades participando do trabalho de conscientização mundial.

“A discriminação leva pessoas a evitar o teste, por medo de ostracismo da sociedade. A discriminação leva à violência e sabemos que houve uma recrudescência da violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais nos últimos tempos.” afirma Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil.

No Brasil, estima-se que mais de 718.000 pessoas entre 15 e 49 anos vivem com HIV e aproximadamente 150.000 não sabem que estão infectadas. A discriminação afeta as pessoas em diversas áreas de sua vida e deixa as pessoas mais vulneráveis ao vírus.  A discriminação pode ser um obstáculo ao acesso aos serviços de prevenção de HIV e tratamento de AIDS.

Jan Beagle participou ainda de encontros com Diretor do Departamento de DSTs, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dr Fábio Mesquita e integrantes do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas para o HIV/AIDS.

DIRETORA EXECUTIVA ADJUNTA DO UNAIDS VISITA AMBULATÓRIO DE SAÚDE INTEGRAL PARA TRAVESTIS EM SÃO PAULO

Brasília 26 de fevereiro de 2014 - Em sua primeira visita ao Brasil, Jan Beagle, conheceu trabalhos inovadores na área de prevenção e assistência em HIV/AIDS realizados pelo CRT DST/AIDS-SP, e em especial o Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais.

O Brasil está entre os líderes mundiais na garantia do acesso aos serviços de HIV para todas as pessoas. Criado em junho de 2009, o Serviço de Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais é único  centro desse tipo no país.

O centro oferece atendimento integral, incluindo cardiologia, endocrinologia, urologia e ginecologia, bem como testes e tratamento do HIV. A unidade também presta serviços de apoio à saúde mental, aconselhamento jurídico e orientação para geração de renda.

Além de visitar a clínica, Jan Beagle teve a oportunidade de passar algum tempo junto à sociedade civil, durante uma visita ao Fórum de ONGs de São Paulo.

UNAIDS expressa profunda preocupação com impacto do projeto de lei de Uganda sobre os direitos dos homossexuais

Caso o controverso projeto de lei seja aprovado, as punições contra homossexuais se tornarão mais duras em Uganda.

Genebra, 18 de fevereiro de 2014 – O UNAIDS expressa profunda preocupação com o projeto de lei ugandense que pode endurecer ainda mais as punições contra homens gays.

O controverso projeto de lei, que passou pelo Parlamento do país em dezembro de 2013, pede uma pena de prisão de 14 anos para uma primeira condenação e de prisão perpétua para o crime de "homossexualidade agravada". A aprovação do projeto de lei teria sérias implicações sobre os direitos humanos.
“Uganda foi o primeiro país na África a quebrar a conspiração do silêncio sobre a AIDS – e a dar voz às pessoas mais marginalizadas – mas agora eu temo que esse projeto de lei faça a Uganda retroceder, renunciando a seu papel de liderança na resposta à AIDS”, afirmou Michel Sidibé, Diretor Executivo do

UNAIDS. “Eu peço às autoridades de Uganda que rejeitem o projeto de lei e garantam, assim, o respeito aos direitos humanos e à dignidade de todas as pessoas no país”.

O projeto de lei também tem implicações sobre a saúde pública; estudos comprovam que quando homossexuais sofrem discriminação, incluindo abuso, reclusão e repressão – há mais chances de que não procurem testagem, prevenção ou serviços de tratamento de HIV.

Em 2012, havia 1,5 milhões de pessoas vivendo com HIV em Uganda e 140.000 novas infecções por HIV. Globalmente, homens gays têm 13 vezes mais chances de se tornarem infectados pelo HIV do que a população em geral, o que prova a necessidade urgente de assegurar o acesso à prevenção e serviços de tratamento do HIV para todas as pessoas, em todos os lugares.

O UNAIDS urge que o governo de Uganda, e todos os governos ao redor do mundo, protejam os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais por meio da anulação de leis criminais contra conduta sexual consensual entre adultos do mesmo sexo, da implementação de leis que protejam pessoas da violência e da discriminação, da promoção de campanhas que tenham como temática o fim da homofobia e da transfobia e da garantia de acesso aos serviços de saúde, incluindo serviços de assistência especializada em HIV.

UNAIDS e a Comissão Lancet apresentam recomendações sobre a AIDS e a saúde global no debate pós-2015

O UNAIDS e a “Comissão Lancet: derrotando a AIDS e avançando a saúde global”, encontraram-se novamente em Londres para reunião final sobre o futuro da saúde global e do HIV.

LONDRES/GENEBRA, 13 de Fevereiro de 2014 – O UNAIDS e a “Comissão Lancet: derrotando a AIDS e avançando a saúde global” encontraram-se em Londres para debater o futuro da AIDS e da saúde global após 2015. As recomendações serão publicadas no The Lancet ainda este ano.   

“A luta contra a epidemia da AIDS ainda não acabou. Nós precisamos intensificar os esforços para alcançarmos uma vitória histórica contra essa doença”, disse o Presidente da República de Gana, John Dramani Mahama. “Todos têm um papel essencial para que seja possível alcançar esse objetivo. Nós precisamos tomar medidas para assegurar que estamos fazendo o melhor para os nossos países, para o nosso povo e para a humanidade.”

“Nós alcançamos um progresso notável na luta contra a AIDS, mas essa luta ainda não acabou e a complacência é nosso pior inimigo”, disse o Presidente de Benin, Yayi Boni, em mensagem enviada por vídeo. “Dar fim à AIDS e à pobreza extrema são responsabilidades compartilhadas que devem ser prioridade para a África e para o mundo”.

 

A Comissão, que foi estabelecida em 2013, reúne mais de 40 Chefes de Estado e líderes políticos, especialistas em HIV e em saúde, jovens, ativistas, cientistas e representantes do setor privado para garantir que as lições aprendidas sobre a resposta à AIDS sejam aplicadas, transformando a forma como países e parceiros lidam com questões relacionadas à saúde e ao desenvolvimento.
“Esta Comissão possui papel histórico, baseado em conhecimento acumulado e tecnologias, na busca por novas abordagens e na intensificação dos esforços para acabar com a incidência de novas infecções por HIV na próxima geração”, observou a primeira-dama do Japão, Akie Abe. “Nós devemos continuar sem deixar ninguém para trás. Nós temos que aplicar as conquistas da resposta à AIDS a outras áreas da Saúde”.  

“O acesso igualitário aos serviços de assistência especializada em HIV irá frear e reverter a epidemia e contribuirá, também, para o crescimento econômico e o bem-estar das pessoas”, disse a primeira-dama do Gabão,  Sylvia Bongo Ondimba. “É por isso que os serviços de assistência especializada em HIV devem ser integrados em todos os planos de desenvolvimento dos países”.

“Nós conseguimos proporcionar tratamento a pessoas vivendo com HIV, mas agora muitos também enfrentam outras doenças não transmissíveis”, afirmou a primeira-dama de Ruanda, Jeannette Kagame. “A natureza mutável da doença mostra o quanto é difícil encontrar uma cura ou vacina. Portanto, nós precisamos ser adaptáveis e sensíveis. A África deve estar pronta! O pior já passou. Agora, nós sabemos como prevenir, tratar e cuidar. Temos que construir de onde começamos e temos que fazê-lo já”.   

A Comissão, convocada pelo Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, e pelo Editor Chefe do jornal The Lancet, Richard Horton, é presidida pela Presidente do Malawi, Joyce Banda, pelo Presidente da Comissão da União Africana, Nkosazana Dlamini Zuma, e pelo Diretor de Higiene e Medicina Tropical da London School, Peter Piot. 

Como parte dos esforços da Comissão de elaborar um quadro geral de como dar respostas eficientes à AIDS e a outras áreas da Saúde dentro do contexto da agenda do desenvolvimento pós-2015, diálogos entre todas as regiões têm acontecido, reunindo perspectivas diversas que trarão mais informações para as discussões realizadas durante a reunião da Comissão em Londres. As recomendações finais serão compiladas em um relatório abrangente a ser publicado na revista médica The Lancet.   

UNAIDS

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) tem como missão liderar e inspirar o mundo para alcançar sua visão compartilhada de zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS. O UNAIDS reúne esforços de onze organizações das Nações Unidas – ACNUR, UNICEF, PMA, PNUD, UNFPA, UNODC, ONU Mulheres, OIT, UNESCO, OMS/OPAS e Banco Mundial – e trabalha com parceiros nacionais e globais para maximizar os resultados da resposta à AIDS. Saiba mais em unaids.org.br e conecte-se conosco no Facebook e Twitter.  

A The Lancet

A The Lancet, fundada em 1823, é uma das publicações científicas na área médica mais conhecidas e antigas do mundo, publicando artigos de pesquisa originais, artigos de revisão, editoriais, revisão de livros, correspondências e notícias. A The Lancet é complementada por uma série de revistas especializadas que publicam pesquisas, notícias e revisões originais. Todas as revistas do grupo The Lancet dão contribuições essenciais para os recursos médicos disponíveis aos profissionais da Saúde, com os fatores de impacto de cada uma delas refletindo seus espaços dentre as publicações mais influentes em seus campos mundialmente. 

UNAIDS lança em Moçambique livro artístico com mulheres soropositivas brasileiras e de países de língua portuguesa

Brasília, 11 de fevereiro de 2014 – O livro ‘Mulheres+ em preto, branco e vermelho’, será lançado na 28º Reunião de Cooperação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Moçambique.

O trabalho conclui dois anos do projeto “Saber para Reagir em Língua Portuguesa”, uma cooperação para o fortalecimento de mulheres vivendo com HIV.

A publicação será apresentada na III Reunião de Ministros da Saúde da CPLP no dia 12 de fevereiro que contará com representação de alto nível dos países membros.

 

 

A iniciativa foi liderada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (Brasil) em parceria com UNFPA, UNICEF, UNESCO, PNUD e ONUMulheres e Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

A Coordenadora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, afirmou que “A publicação mostra o lado humano do trabalho que foi feito com as mulheres, além da proximidade das histórias vividas em continentes diferentes.”

O programa envolveu cerca de 200 mulheres do Brasil, Angola, Moçambique, Guiné Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe em oficinas e cursos para formar lideranças comunitárias de mulheres vivendo com HIV nesses países. Temas abordados incluem: violência de gênero, direitos sexuais e reprodutivos e direitos humanos.

“Eu tenho que saber. Eu tenho que estar informada, de qualquer assunto. Neste caso, com relação ao HIV/AIDS, com relação ao gênero e aos Direitos Humanos. Eu tenho que saber o que é o HIV/AIDS, o que é Direitos Humanos e como posso me defender.”, relatou Domingas Correia, Cidadã+ de Angola, no vídeo do projeto.
A publicação “Mulheres+ em preto, branco e vermelho” retrata de maneira artística a experiência dessas mulheres e cria um elo entre os dois continentes. Um vídeo, disponível no site www.unaids.org.br/acoes/saber.asp completa o trabalhado com depoimentos e relatos construídos numa abordagem coletiva que acompanhou todo o processo.

O Diretor do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita destacou “A força e resistência dessas mulheres frente o combate à epidemia é uma inspiração. Como diz a canção de Elis Regina, são mulheres que misturam a dor e a alegria com força, raça e sonho.”

CONTATO
UNAIDS Brasil: Jessyca Zaniboni, tel. +55 61 3038 9217 zanibonij@unaids.org
UNAIDS Moçambique: Marta Bazima, tel: +258 21 484 514 bmarta@unaids.org

Estrelas globais se reúnem em sede das Nações Unidas durante Cúpula do Esporte para o Desenvolvimento

Nova York, 5 de fevereiro de 2014 – Estrelas globais do esporte se uniram a diplomatas e oficiais internacionais das Nações Unidas em Nova York para ressaltar a importância do esporte como meio de empoderar a juventude e de trazer avanços às áreas de saúde global e desenvolvimento.

A Fundação Jack Brewer, em parceria com o UNAIDS, reuniram atletas da Associação Nacional de Basquete (NBA), das Olimpíadas e mais de vinte jogadores da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL), que compareceram à cúpula na noite da final do Super Bowl.
Liderados por Jack Brewer, criador da Fundação Jack Brewer, e Sidney Rice, um grande wide receiver do time Seattle Seahawks, estrelas da NFL e agentes descreveram como estão “retribuindo às suas comunidades” através do poder do futebol de engajar jovens – nos Estados Unidos e em países em desenvolvimento, como Haiti e Malauí – na promoção da saúde e do desenvolvimento. 

Os porta-vozes da campanha do UNAIDS “Proteja o Gol”, Ndaba e Kweku Mandela, pediram aos jovens ao redor do mundo que participem da busca por uma geração sem epidemia da AIDS, dando seguimento ao legado do avô, Nelson Mandela, na resposta à AIDS. A campanha “Proteja o Gol” tem como objetivo conscientizar sobre o HIV e mobilizar a juventude no comprometimento com a prevenção do HIV durante a Copa do Mundo FIFA de 2014, no Brasil.

Citações
"O Esporte abriu muitas portas. Eu estive na Ásia, na América do Sul e em muitos outros países sobre os quais eu nunca sonhei quando era pequeno. Nós queremos encontrar a melhor forma possível de proteger as crianças que estão crescendo,aprendendo a jogar desde cedo.”
Sidney Rice, jogador do Seattle Seahawks e campeão do Super Bowl

"Estrelas do esporte são mais do que modelos. Você está transformando a vida de jovens menos privilegiados da nossa grande nação e do mundo.”
Jack Brewer, Fundador/Diretor Executivo, Fundação Jack Brewer

"Meu avô, Nelson Mandela, acreditava que o esporte tem o poder de inspirar e de falar por meio de uma linguagem que os jovens compreendem. Essa é uma grande oportunidade para se envolver na campanha do UNAIDS ‘Proteja o Gol’.”
Ndaba Mandela, Porta-voz da campanha do UNAIDS “Proteja o Gol”

"O Esporte é um grande equalizador da humanidade – unindo ricos e pobres, jovens e idosos. As estrelas do Esporte possuem a habilidade única de inspirar pessoas que por vezes não são alcançadas de outras maneiras.”
Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS

O Fundo M∙A∙C AIDS, Rihanna e UNAIDS se unem para alcançar cerca de 2 milhões de jovens em necessidade de tratamento de HIV

Esforço é estrelado por Rihanna e apoia a expansão do Tratamento 2015 com a doação de US$ 2 milhões ao UNAIDS para tratamento de HIV e serviços para adolescentes e jovens em todo o mundo

Genebra/NovaYork, 30 de janeiro de 2014 – O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) anunciou hoje a expansão da sua iniciativa Tratamento 2015 com a doação de US$ 2 milhões proporcionada pelo Fundo M∙A∙C AIDS da M∙A∙C Cosméticos.

 

O Fundo é completamente subsidiado pela venda da linha de batom e gloss VIVA GLAM, com a estrela global Rihanna emprestando sua celebridade para incentivar a compra e conscientização. Aproveitando este novo financiamento, UNAIDS realizará no âmbito do Tratamento 2015 a promoção de políticas e programas, em nível global, regional e nacional, para expandir a testagem e tratamento de HIV para adolescentes e jovens em todo o mundo.

“M∙A∙C Cosméticos tem uma longa história com o envolvimento de sucesso do poder da celebridade certa para motivar nossos clientes e fazer um impacto nesta causa importante. Com os recursos do UNAIDS, pensamento estratégico e o apoio da Rihanna, estamos ajudando a salvar vidas um batom de cada vez”, afirma John Demsey, Presidente do Grupo das Companhias Estée Lauder.

Mundialmente, estima-se que 5.4 milhões de adolescentes e jovens estão vivendo com HIV e 1.8 milhões são elegíveis para tratamento. Milhões de jovens vivendo com HIV não sabem que estão infectados, e todos os dias, aproximadamente 2.100 adolescentes e jovens são infectados, o que representa 39% de todas as novas infecções pelo HIV no mundo. Embora a terapia antirretroviral tenha resultado no declínio das mortes relacionadas à AIDS, modelagem indica que adolescentes de 10 a 19 anos representam a única faixa etária em que as mortes relacionadas à AIDS cresceram entre 2001 e 2012. A tendência de mortes de adolescentes relacionadas à AIDS pode ser atribuída à não priorização deste grupo em planos estratégicos de tratamento e ausência de testagem e aconselhamento adequados para esta população.

 “Jovens irão nós liderar para uma geração livre de AIDS. Ao assegurar que adolescentes e jovens tenham acesso a serviços de HIV, nós não estamos apenas salvando vidas, mas também investindo em um futuro mais saudável para as próximas gerações.”, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “Estamos verdadeiramente honrados em trabalhar com o Fundo M∙A∙C AIDS para ajudar mundialmente jovens a acessar de forma antecipada testagem e tratamento de HIV.”

A iniciativa Tratamento 2015 do UNAIDS tem como objetivo chegar a 15 milhões de adultos e jovens em tratamento até 2015. A doação de US$ 2 milhões do Fundo M∙A∙C AIDS irá apoiar os esforços ampliados para garantir que adolescentes e jovens tenham acesso ao tratamento do HIV e serviços internacionalmente. Novos esforços de sensibilização da juventude incluirão a avaliação de programas de testagem e tratamento e a adaptação das diretrizes de tratamento para o grupo.

“Acabar com a epidemia da AIDS está em nosso alcance, mas não podemos atingir nosso objetivo sem expandir o acesso ao tratamento para assegurar que as comunidades mais carentes e vulneráveis, particularmente os jovens, não sejam deixados para trás.”, afirma Nancy Mahon, Diretora Executiva Global  do Fundo M∙A∙C AIDS. “Por esta razão, o Fundo M∙A∙C AIDS continuará a investir em iniciativas estratégicas e impactantes como o Tratamento 2015 do UNAIDS que estão trabalhando para alcançar o fim da AIDS de uma vez por todas.”

A doação para o UNAIDS foi possível através da venda da linha de batom e gloss MAC VIVA GLAM, que a MAC doa 100% do preço de venda para a luta contra a AIDS. Rihanna, porta-voz da linha VIVA GLAM da MAC, lançou recentemente sua nova coleção VIVA GLAM, que irá beneficiar organizações como UNAIDS para apoiar homens, mulheres e crianças afetados pelo HIV globalmente.

“Estou honrada em unir forças com o Fundo M∙A∙C AIDS e UNAIDS na luta contra a AIDS,” disse Rihanna. “Quero ajudar a alcançar o maior número de jovens de todo o mundo que eu puder. Precisamos começar com educação, mas também temos que testar e tratar milhões de jovens que precisam de nossa ajuda, isso é exatamente o que nós planejamos fazer.”
Tratamento 2015 já começou a ser implementado globalmente.

Para saber mais sobre o plano do UNAIDS de atingir 15 milhões de pessoas até 2015, faça o download do relatório tratamento 2015 em: http://www.unaids.org.br/documentos/Treatment_Report_2015.pdf



Virando o jogo na Europa

Genebra, 30 de janeiro de 2014 – Na Europa, a prevalência do HIV está aumentando nas populações-chave com maior risco, especialmente entre homens que fazem sexo com homens (HSH) e, na Europa oriental, entre usuários de drogas e seus parceiros sexuais.

A fim de encontrar formas de chegar à zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS na Europa, o UNAIDS organizou uma consulta semana passada em sua sede, em Genebra, Suíça 

 

Participantes
Especialistas da Comissão Europeia e de instituições da União Europeia, assim como representantes de populações-chave, prestadores de serviço, organizações de pesquisa, governos, e das Nações Unidas fizeram parte do encontro.

Principais Mensagens

- Em muitos países europeus, informações estratégicas sobre populações-chave permanecem limitadas.

- Estigma, discriminação, criminalização da transmissão do HIV e ausência de serviços e incentivos são frequentemente obstáculos para pesquisa.

- Uma nova onda de infecções por HIV entre HSH pode estar associada com o maior acesso às novas tecnologias. Esta onda está afetando principalmente homens em áreas rurais, cidades pequenas e países do leste com histórico de baixa prevalência de HIV.

- Novas tecnologias estão proporcionando aos homens que fazem sexo com homens maiores oportunidades de se envolver em encontros. Na internet, o mercado de novas drogas injetáveis ​​sintéticas está evoluindo rapidamente e profissionais do sexo estão operando cada vez mais on-line.

- Ao mesmo tempo, novas tecnologias de informação trazem oportunidades para pesquisa, interação e educação de pares, e desenvolvimento de uma nova geração de ativismo e mobilização comunitária que podem virar radicalmente o jogo da resposta ao HIV na Europa.

Citações
“A revolução da internet e mídia social está transformando radicalmente o panorama da resposta ao HIV na Europa e além.”
Udi Davidovich, Pesquisador Sênior, Chefe de Pesquisa e Prevenção on-line, serviços de Saúde de Amsterdam

“Precisamos apoiar as populações- chave afetadas pelo HIV, e defender seus direitos, seja em Atenas, Abuja ou Estocolmo. Não podemos deixar pessoas para trás.” 
Luiz Loures, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS


Folheto explicativo da campanha Proteja o Gol do UNAIDS

Em 2014, o UNAIDS lançará a campanha Proteja o Gol a nível mundial durante a Copa do Mundo da Fifa no Brasil. O objetivo da campanha é usar a popularidade e poder de união do esporte para promover a prevenção do HIV, principalmente entre os jovens. Ainda, a iniciativa destaca a necessidade de expandir o acesso ao tratamento antirretroviral a 15 milhões de pessoas em 2015 em nível global.

A nova campanha tem como tema “De Soweto a Salvador”, pois dará continuidade à iniciativa desenvolvida durante a Copa de 2010 na África do Sul. Recentemente, Kweku e Ndaba Mandela, netos de Nelson Mandela e embaixadores da campanha, estiveram na cidade de Salvador para o evento de pré-lançamento da Proteja o Gol na Bahia. O elo que liga as duas regiões se mantém ativo na cultura baiana e foi vivido intensamente pelos embaixadores da campanha durante a visita.

Entre as atividades previstas estão: distribuição de cerca de 2 milhões de preservativos e panfletos sobre a Proteja o Gol, disponibilização de testes de HIV voluntários nas Fan Fests das cidades-sede, divulgação de mensagens de prevenção do HIV voltadas aos jovens por meio da cooperação com parceiros, engajamento de estrelas de futebol e celebridades na promoção da iniciativa, campanha de comunicação em nível mundial e nacional, atividades de apoio com voluntários, jogos e torneios de futebol de rua promovidos nas redes sociais e elo com atividades internacionais no âmbito da Proteja o Gol durante a Copa.

Os parceiros envolvidos com a campanha são: o Município de Salvador, o Governo do Estado da Bahia, a Secretaria de Vigilância e Saúde, o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a Secretaria Especial para Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, o Ministério do Esporte, o Governo do Distrito Federal, a Fundação Tobeka Madiba Zuma da África do Sul, a Associação Nacional de Prefeitos  e Vice-prefeitos do Brasil, a Frente Nacional de Prefeitos do Brasil, o Conselho Nacional da Juventude, Confederações Continentais de Futebol da Fifa, Pereira & O’Dell dos EUA e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

 

Confira todos os detalhes no folheto explicativo

Access Protect the Goal Concept Note in English

Faça o download do Calendário Proteja o Gol 2014

 

Dr. Jarbas BarbosaSecretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, visita sede do UNAIDS

Genebra, 23 de janeiro de 2014– O Secretário Jarbas Barbosa, acompanhado por Alberto Kleiman, Assessor Especial para Assunto Internacionais do Ministro da Saúde, encontrou-se como Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, o Diretor Executivo Adjunto, Luiz Loures, e a Diretora do Departamento de Gênero, Direitos e Prevenção, Mariângela Simão.

A visita ao escritório do UNAIDS em Genebra proporcionou a oportunidade dos representantes discutirem a liderança brasileira na área do tratamento, as novas diretrizes inovadoras adotadas pelo Brasil para a prevenção, a agenda de próximos eventos no Brasil – como o lançamento e desenvolvimento da campanha Proteja o Gol – e o futuro da resposta à AIDS no Brasil e no mundo

Foto: da esquerda para a direita: Dr. Luiz Loures, Dra. Mariângela Simão, Dr. Jarbas Barbosa,Michel Sidibé, e Alberto Kleiman

“Estamos cada vez mais nos aproximando de 2015 e este é um momento crucial no combate à epidemia de AIDS. Este ano, o desenvolvimento do Proteja o Gol em plena Copa do Mundo terá grande impacto no alcance de nossos objetivos para 2015.”, afirma Michel Sidibé.

UNAIDS e a Organização dos Estados Americanos (OEA) unem esforços para promover/avançar a resposta ao HIV nas Américas

Genebra/Washington, 10 de janeiro de 2014 – UNAIDS e a Organização dos Estados Americanos (OEA) assinaram Memorando de Entendimento (MoU) com o intuito de unir esforços para promover a resposta ao HIV entre os Estados Membros da OEA.

O acordo assinado entre UNAIDS e OEA irá aumentar atividades de divulgação e sensibilização, campanhas de informação e educação, mesas redondas, fóruns, palestras e programas de bolsas de estudo sobre redução de novas infecções por HIV, ampliação do acesso ao tratamento antirretroviral (TARV) e apoio às pessoas que vivem com o HIV. Outros temas abordados pelo acordo são o fomento à colaboração com as redes regionais de jovens vivendo com o HIV para fortalecer a conscientização e educação para a prevenção do HIV, melhorar a proteção social para os jovens, combater a violência baseada no gênero e normas sociais nocivas entre os jovens

 

Da esquerda para a direita: Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, e Miguel José Insulza, Secretário-Geral da OEA. Fonte: Juan Manuel Herrera/OAS

“HIV é mais que uma doença. É uma questão de segurança, justiça social e distribuição de oportunidades,” afirma Michel Sidibé. “Devemos aproveitar essa parceria para garantir que ninguém seja deixado pa/ra trás na resposta ao HIV nas Américas e que as pessoas mais afetadas pelo HIV tenham acesso a serviços essenciais de prevenção e tratamento do HIV.”

Embora o número de novas infecções por HIV tenha se estabilizado, ainda não há indícios de redução. Populações chave, como homens que fazem sexo com homens (HSH), profissionais do sexo, usuários de drogas e pessoas transgêneros, continuam sendo os mais afetados pelo HIV na América Latina e Caribe. A existência e a aplicação de leis punitivas, bem como o estigma e discriminação generalizados contra os HSH, pessoas transgêneros e profissionais do sexo continuam a marginalizar as pessoas mais necessitadas e bloquear o acesso a serviços essenciais do HIV.
“Conseguimos quebrar a curva de crescimento da infecção", disse Miguel José Insulza. "Agora precisamos resolver questões transversais estruturais, incluindo a violência baseada no gênero.".

Em junho de 2013, a Assembleia Geral da OEA aprovou a Resolução sobre a “Promoção e Proteção dos Direitos Humanos de pessoas vulneráveis, que vivem com ou afetadas pelo HIV nas Américas”. A resolução insta os Estados Membros a prosseguirem os seus esforços em apoio a leis e políticas públicas para proteger os direitos humanos e liberdades fundamentais das pessoas que vivem com o HIV, e aumentar a prevenção e tratamento do HIV para as mulheres grávidas e mães, incluindo a prevenção da transmissão de mãe para filho. A resolução também promove um maior envolvimento das pessoas vivendo com HIV na tomada de decisões e na elaboração de políticas e programas em resposta à epidemia.

Junta de Coordenação de Programas do UNAIDS (PCB) apresenta a ata da 33ª Reunião de 19 de dezembro de 2013

Brasília, 09 de janeiro de 2014 – Já estão disponíveis em português as recomendações e conclusões da 33ª Reunião realizada em Genebra, Suíça, de 17 a 19 de dezembro de 2013. (Clique aqui para ler o relatório) .

A reunião da Junta, que contou com a participação de ONGs, apreciou relatórios e discutiu ações futuras, como a agenda para o desenvolvimento pós-2015. Durante a reunião, os relatórios sobre a Atualização sobre a resposta à AIDS na agenda para o desenvolvimento pós-2015 e a Utilização estratégica de medicamentos antirretrovirais para o tratamento e a prevenção do HIV foram apreciados e acolhidos.

 

Ademais, ONGs marcaram sua participação com a apresentação de relatório conjunto com recomendações para o UNAIDS, Estados Membros e parceiros. Entre as considerações presentes no relatório, as ONGs salientaram o envolvimento pleno e significativo das populações-chave nas ações de implementação de diretrizes sobre novas tecnologias, bem como a necessidade de apresentação periódica de dados sobre progresso de ações realizadas e intervenções de apoio técnico.

No encontro foi ressaltado repetidamente a importância da implementação das Diretrizes Consolidadas da OMS de 2013, sobre a utilização dos medicamentos antirretrovirais para o tratamento e a prevenção da infecção pelo HIV, assim como a necessidade de maior monitoramento da resistência do HIV aos medicamentos, conforme a Estratégia Global da OMS de 2012 para a Vigilância e o Monitoramento da Resistência do HIV a Medicamentos.

Outro documento analisado pela Junta foi sobre Coordenação do apoio técnico em HIV num ambiente em rápida evolução, que lembrou a necessidade do UNAIDS tomar as medidas necessárias para fortalecer a coerência e a coordenação entre os agentes de apoio técnico bilateral e multilateral, com base nos contextos e nas necessidades dos países. Essas medidas terão importante impacto para a implementação do Novo Modelo de Financiamento do Fundo Global.

Por fim, a 33ª Reunião da Junta de Coordenação de Programas do UNAIDS (PCB) aprovou a participação das ONGs nas futuras reuniões e elegeu a Austrália como Presidente e o Zimbábue como Vice-Presidente para o período de 1º de janeiro de 2014 a 31 de dezembro de 2014.

UNAIDS promove roda de conversa sobre Homolesbotransfobia no Fórum Mundial de Direitos Humanos

Brasília, 12 de dezembro – A roda de conversa Zero Discriminação: Enfrentando a Homolesbotransfobia aconteceu no último dia onze, no Fórum Mundial de Direitos Humanos em Brasília, DF. O evento que tinha o intuito de promover uma ampla discussão sobre os Direitos Humanos da população LGBT e sobre as consequências da violação sistemática destes direitos, contou com a presença de vários ativistas do movimento LGBT e de Direitos Humanos, estudantes, profissionais de educação e saúde e jovens de diversas organizações..

Leandro Ramos da organização All Out ficou encarregado de interagir o público e os convidados presentes: deputado federal Jean Wyllys (PSOL); Keila Simpson, presidente da Associação Nacional de Travestis (ANTRA); O professor Kleber Fábio, que colaborou com a UNESCO no desenvolvimento de publicação sobre bullying homofóbico nas escolas, e Leandro Costa do projeto ¨Fique Sabendo Jovem¨ do UNICEF. Através de uma abordagem informal, os convidados falaram sobre suas experiências de vida, os trabalhos que desenvolvem na área de promoção dos direitos LGBT, e seus projetos e perspectivas para o futuro.

Fonte: UNIC Rio/Damaris Giuliana

O professor Kleber Fábio proporcionou um dos momentos mais emocionantes da roda ao compartilhar sua história de vida e decisão de lecionar na escola onde sofreu discriminação e violência homofóbica. Ao ser indagado sobre a fonte da sua determinação em defender os Direitos Humanos, Kleber Fábio respondeu: “A minha força vem da vontade de viver. O HIV me ensinou que eu já não podia mais apenas viver, eu tinha também que mudar vidas. Tive vontade de voltar para a escola onde apanhei quando descobri que tinha o vírus. Eu sabia que precisava voltar lá para mudar.”

Em sua fala, Keila Simpson enfatizou a importância da escola inclusiva, do tratamento digno que abre portas para uma vida plena e condenou o preconceito que leva as travestis à marginalização social. “Não queremos viver à sombra da noite. Queremos sair às ruas à luz do dia, para trabalhar ou estudar. As esquinas podem sim, ser uma decisão da travesti, mas não pode ser uma via única de quem não teve o direito à escolha”, completou.

Já o deputado Jean Wyllys, da Frente LGBT, reforçou a importância do movimento LGBT superar as diferenças entre seus grupos, a fim de fortalecer o movimento como um todo. Ademais, destacou a necessidade urgente de que medidas educativas sejam implantadas para a promoção de uma educação plena para a diversidade. Jean Wyllys frisou que mais importante do que criminalizar é educar, “Quem ofende e discrimina um LGBT, precisa entender o mal que cometeu. Colocar essa pessoa para realizar atividades em hospitais com pacientes de AIDS, por exemplo, poderia ajudar essa pessoa a entender a dor do outro”, fala.

Leandro Costa, representante do Fique Sabendo Jovem, ressaltou a importância da sociedade e do governo tomar uma posição mais eficaz com relação ao aumento do número de casos de AIDS, entre gays jovens. “As demandas dos jovens vivendo com HIV tem aumentado drasticamente nos últimos anos, por isso precisamos fazer o Brasil voltar ao caminho da luta contra a AIDS”, afirmou.

O evento promovido pela ONU em parceria com o Conselho Nacional de Direitos Humanos e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, faz parte das atividades do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), “Zero Discriminação”, e conta com a participação de agências das Nações Unidas, como PNUD, UNICEF, OIT e UNESCO.

UNAIDS lança campanha global de prevenção e testagem da AIDS na Copa de 2014

Salvador, 5 de dezembro de 2013 – O evento de pré-lançamento da campanha global de conscientização sobre o HIV do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/AIDS (UNAIDS), Proteja o Gol, contou com a participação de convidados internacionais como Ndaba e Kweku Mandela, netos de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul e Prêmio Nobel da Paz, e do ator e diretor de Hollywood Richard Grant.

O evento foi realizado no Forte de São Diogo, Salvador, com as presenças do Prefeito da cidade, Antônio Carlos Magalhães Neto, do Chefe de Gabinete da SECOPA, Jorge Wilton, da Assessora de Cooperação Internacional do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Cristina Raposo, da Coordenadora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard e do Assessor Sênior ao Diretor Executivo do UNAIDS, Djibril Diallo.

Proteja o Gol utilizará o poder de mobilização do esporte para promover ações de conscientização sobre o HIV durante o mundial de futebol sediado pelo Brasil no próximo ano.

Fonte: Fonte : Magda Fernanda/M

A Bahia foi escolhida para sediar a campanha global. O slogan da campanha, “De Soweto a Salvador”, ilustra o elo histórico e cultural que a cidade tem com a África e ressalta a continuidade da campanha iniciada na África do Sul na Copa do Mundo da FIFA de 2010.
 
Em todo o mundo, 35.3 milhões de pessoas vivem com o HIV. No Brasil, aproximadamente 718.000 pessoas vivem com o vírus. O Estado da Bahia tem aproximadamente 100 novos casos de AIDS por mês. No estado, houve 509 mortes por AIDS em 2012.

“Cerca de 4,6 milhões de jovens entre 15 e 24 anos de idade vivem hoje com o HIV, vários deles não têm acesso ao tratamento, ou sequer conhecem o seu estado sorológico” afirmou Djibril Diallo. “O diagnóstico e tratamento precoce são fundamentais para salvar essas vidas”.

Dados lançados recentemente mostram que a juventude é uma das camadas da população cada vez mais impactada pela epidemia.

“Proteja o Gol é uma campanha que vai tocar o público jovem para falar de AIDS e sexualidade sem tabu e de forma positiva”, explicou Georgiana Braga-Orillard.

No âmbito da campanha, o Ministério da Saúde ofertará testagem rápida e aconselhamento por meio de unidades móveis disponíveis (trailers) nas 12 cidades-sede.  Essas unidades funcionarão como verdadeiros centros de encontro enquanto diversos grupos parceiros estabelecerão trabalhos conjuntos para a mobilização da população.
“Futebol é uma paixão nacional, e usá-lo como veículo de informações sobre prevenção para a juventude, um dos grupos mais vulneráveis à epidemia, faz com que esse projeto seja promessa de um grande sucesso” afirma o diretor do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.
A iniciativa brasileira é resultado da parceria entre o UNAIDS, o Ministério da Saúde, o Governo do Estado da Bahia e o Município de Salvador.

Entre as atividades previstas durante a campanha no próximo ano estão futebol de rua, visando oferecer uma atenção especial para jovens de comunidades em situação de vulnerabilidade; distribuição de cerca de 2 milhões de preservativos; engajamento de estrelas do esporte e intervenções artísticas.

Outros parceiros da campanha Proteja o Gol são: Secretaria Especial para Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Ministério do Esporte, Governo do Distrito Federal, Fundação Tobeka Madiba Zuma da África do Sul, Associação Nacional de Prefeitos e Vice-prefeitos do Brasil, Frente Nacional de Prefeitos do Brasil, Conselho Nacional da Juventude do Brasil, Confederações Continentais de Futebol da FIFA e Pereira & O’Dell, EUA.


Autoridades e convidados internacionais participam da reunião de coordenação geral da campanha Proteja o Gol

Brasília, 5 de Dezembro de 2013 - A reunião de coordenação do pré-lançamento da campanha “Proteja o Gol” foi realizada em Salvador nesta quarta-feira, dia 04, com a presença do Assessor Sênior do Diretor Executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Djibril Diallo; da Coordenadora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard; do Chefe de Gabinete da SECOPA (Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014) da Bahia, Jorge Wilton; da Vice-Prefeita de Salvador, Célia Sacramento; do Diretor de DST AIDS do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita; dos convidados internacionais Ndaba e Kweku Mandeila, netos de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul e Prêmio Nobel da Paz; de  agências da ONU; e de várias secretarias estaduais e municipais do estado.

Durante o encontro foram discutidas as atividades da campanha “Proteja o Gol” e seu lançamento global – que consistirá em um evento oficial em Salvador, Bahia, no dia 13 de junho de 2014, durante o primeiro jogo da Copa Mundial da FIFA.

Na foto: Ndaba Mandela - Fonte : Magda Fernanda/MS



UNAIDS registra progresso continuado na resposta à AIDS no mundo e necessidade de renovar atenção às populações-chave

Brasília, 01 de dezembro de 2013 – O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) observou redução de 33% no número total de novas infecções ao HIV desde 2001 e 52% de redução de novas infecções em crianças desde 2001 a nível global. Apesar desses avanços, porém, houve aumento no índice de novas infecções na Europa oriental e Ásia central de 13% desde 2006, enquanto que no Oriente Médio e o norte da África o mesmo índice duplicou. Em muitos casos, a estagnação do progresso se deve à falta de acesso a serviços essenciais relacionados com o HIV. Com frequência, populações-chave, como homens que fazem sexo com homens (HSH), usuários de drogas, transgêneros e profissionais do sexo, não podem acessar serviços vitais.

“Cada pessoa importa”, afirma Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “Se queremos manter nossa promessa de não abandonar ninguém, temos de garantir que os serviços relacionados com o HIV cheguem a todos que precisam.” Investimentos focados em alcançar populações-chave não têm mantido o ritmo necessário. O financiamento de serviços de prevenção do HIV para HSH é especialmente escasso na Ásia oriental, Oriente Médio e norte da África, assim como na África subsaariana.

Existe grande defasagem de investimentos em vários países com alta prevalência do HIV entre usuários de drogas injetáveis. Em 10 países em que o grupo possui prevalência do HIV superior a 10%, apenas 5% dos recursos para o HIV são designados a programas de redução de danos. Apesar do risco desproporcional que as profissionais do sexo correm de contrair o HIV, apenas uma pequena parte dos recursos mundiais de prevenção são destinados a programas para o grupo. “No Brasil, a sociedade civil é muito presente, e a resposta à AIDS se une à a luta pela defesa dos direitos humanos no país”, afirmou Georgiana Braga Orillard, Coordenadora do UNAIDS no Brasil. “O desafio de hoje é integrar os jovens no movimento, principalmente das populações mais afetadas.
Precisamos usar mais a força do movimento LGBT.” De acordo com o Ministério da Saúde, a prevalência do HIV entre HSH é de cerca de 10,5%, sendo de até 40% na faixa etária mais jovem em certas localidades.

 

Dados mundiais da AIDS


Estima-se que, em 2012, houve 2.3 milhões de novas infecções por HIV.

Desde 2001, porém, registrou-se redução de 33%. Em 2012, novas infecções por HIV em crianças foram reduzidas a 260.000, verificando redução de 52% desde 2001. Graças à expansão do acesso ao tratamento antirretroviral (ART), as mortes relacionadas à AIDS caíram 30% desde o pico alcançado em 2005.
Ao fim de 2012, por volta de 9.7 milhões de pessoas de países de renda baixa e média tiveram acesso ao tratamento antirretroviral, o que significa um aumento de quase 20% em apenas um ano. Em 2011, os Estados Membros da Organização das Nações Unidas acordaram a meta de chegar a 15 milhões de pessoas em tratamento para 2015. Entretanto, com a ampliação da cobertura do tratamento e das novas evidências sobre a efetividade do tratamento antirretroviral na prevenção do HIV, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu novas diretrizes para o tratamento do HIV, aumentando em mais de 10 milhões o número inicial de pessoas elegíveis ao tratamento.

Brasil amplia a oferta de tratamento antirretrovirais a todas pessoas que vivem com HIV

Em comemoração ao Dia Mundial contra a AIDS, o Ministério da Saúde lança a estratégia que oferece tratamento antirretroviral a todas as pessoas vivendo com HIV, independentemente da contagem de células de defesa CD4. Estima-se que 718.000 pessoas vivem com o HIV no Brasil atualmente e que 300.000 estão sob tratamento. A nova estratégia fará com que mais de 100.000 pessoas passem a ser elegíveis ao tratamento de HIV.

O Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, cumprimenta a nova ação brasileira: “O Brasil está novamente mostrando sua liderança na respostaà AIDS. O governo abriu o diálogo com a comunidade sobre como o país pode ir além das atuais recomendações da OMS para oferecer tratamento para o HIV a todos.” Ademais, a ação brasileira baseia-se na nova evidência do uso do tratamento como forma de prevenção, “Isso é revolucionário, e eu parabenizo o Brasil.”, afirma Sidibé.

Em 2012, estima-se que:

35,3 milhões [32,2–38,8 milhões] de pessoas viviam com HIV no mundo
2,3 milhões [1,9–2,7 milhões] de pessoas se infectaram por HIV
1,6 milhões [1,4–1,9 milhões] de pessoas morreram por enfermidades relacionadas à AIDS



Lançamento do Plano de Enfrentamento da Epidemia de HIV/AIDS em Porto Alegre

Fonte: Cristine Rochol/PMPA

Brasília, 20 de novembro de 2013 – A iniciativa do Plano Integrado do UNAIDS, Aids Tchê, lançou nesta terça-feira, 19, o Plano de Enfrentamento da Epidemia de HIV/AIDS com ênfase em grupos vulneráveis, como gays, travestis, transexuais e mulheres, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A ação é uma parceria do UNAIDS com a prefeitura de Porto Alegre e tem o objetivo de controlar a epidemia na cidade com maior incidência do HIV no país.

O Plano tem o intuito de delinear atividades futuras; fortalecer capacidades do município, principalmente nas áreas de prevenção e diagnóstico; consolidar e desenvolver campanhas; realizar capacitação de profissionais e equipes; incentivar o desenvolvimento de programas nas escolas e redes de assistência social; e promover a pesquisa e produção científica.

O lançamento do Plano contou com a presença da coordenadora do UNAIDS, Georgiana Braga-Orillard, do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati e da coordenadora da Unidade de Políticas Sociais e Cidadania do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Nena Lentini.

“Porto Alegre é uma das cidades onde mais as pesquisas têm avançado e onde existe uma grande rede de atendimento. Por isso os índices são altos, porque temos as informações, que muitas outras cidades não têm, e temos equipes trabalhando na prevenção e tratamento da doença. Só que esbarramos em questões culturais como o preconceito, e precisamos pensar ações efetivas. As medidas corretas exigem ousadia e coragem para acabar com preconceitos e fazer o enfrentamento adequado para que não só se reduza a incidência, mas também salve vidas”, disse o prefeito José Fortunati.

Segundo Georgiana Braga-Orillard, “Precisamos de ações como essas, que nos apresentam um diagnóstico da situação e que tratam as pessoas como indivíduos, independente de raça, cor, gênero ou orientação sexual. Zero discriminação é o que vai garantir a eficiência dessas ações”


Fonte: Cristine Rochol/PMPA
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Encerra o XVII Encontro Nacional de ONGs em AIDS (ENONG), marcando retorno do diálogo entre sociedade civil e governo

Fonte: Évi Batista e Luciano Santos

Em Salvador, entre os dias 07 e 10 de novembro de 2013, aconteceu XVII Encontro Nacional de ONGs/AIDS (ENONG), que reuniu 300 representantes de organizações de luta contra AIDS de todo o país, sob o tema central “Sustentabilidade política e econômica da resposta brasileira na luta contra a AIDS".
Entre os resultados mais importantes do XVII ENONG destacou-se a retomada do diálogo entre os movimentos de luta contra AIDS com o Ministério da Saúde, com a volta a dos representantes aos espaços de interlocução: Comissão Nacional de AIDS (CNAIDS) e Comissão de Articulação dos Movimentos Sociais em AIDS (CAMS).

Organizado pelo Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS da Bahia (GAPA Bahia), em parceria com o Fórum Baiano de ONGs/AIDS (FOBONG), o ENONG teve apoio técnico do UNAIDS Brasil e de sua parceira, a Universidade UNIJORGE. O evento também teve o apoio do programa alemão Brot für die Welt, que significa “Pão para o Mundo”; Secretaria Municipal de Saúde; Secretaria Estadual de Saúde e Ministério da Saúde. 

A parceria com UNIJORGE e UNAIDS foi fundamental para dar uma maior qualidade técnica ao evento, uma vez que equipes de professores e alunos tiveram a cargo toda a comunicação do evento, a relatoria e o receptivo. Isso demonstra que devemos abrir as portas das nossas ONGs para que a academia nos ajude na tão ansiada sustentabilidade” afirmou Rosa Marinho, Diretora Executiva do GAPA/BA e membro da Comissão Organizadora do evento.

Para a estudante Clariana Brito Souza, do Curso de enfermagem, “Esta foi uma oportunidade ímpar de conhecimento e crescimento, conheci outra realidade que a faculdade não ensina”. A estudante promete agora ser voluntária para ONGs que trabalhem em AIDS. 

UNAIDS anuncia que o Presidente da CONCACAF será o primeiro homenageado com o Prêmio “Proteja o Gol” para a diáspora

O Presidente da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e do Caribe (CONCACAF), Jeffrey Webb, será homenageado com o Prêmio Especial do UNAIDS 2013 “Proteja o Gol” para a diáspora. O anúncio foi realizado durante a abertura da Cúpula de Esportes da CONCACAF de 2013, celebrada nas Ilhas Cayman

A cerimônia de entrega do prêmio “Proteja o Gol” acontecerá no dia 15 de junho de 2014 em Dakar, Senegal, durante a 4ª Cúpula Pan-Africana de jovens líderes. O Sr. Webb será premiado pelo seu trabalho excepcional na utilização do esporte para a promoção do desenvolvimento social.

A campanha “Proteja o Gol” tem como objetivo conscientizar sobre o HIV e mobilizar os jovens para que se comprometam com a prevenção do HIV. O prêmio especial destaca o valor do futebol como ferramenta para a mudança social, enfatiza a importância da responsabilidade social. Ademais, apresenta pessoas e organizações que desempenham um papel importante na promoção do bem social e da defesa da conscientização e prevenção do HIV através do esporte.   

Citação
CONCACAF é comprometido em trabalhar com a popularidade do futebol para fazer mudanças positivas na sociedade. A promoção dos esforços de prevenção do HIV na comunidade, tanto em nossa região como no mundo, é uma parte vital desta missão. Estamos orgulhosos do reconhecimento do nosso compromisso nesta área.”

UNAIDS se reúne com Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais e OPAS


Na foto, da esquerda para direita, o representante da OPAS no Brasil, Joaquín Molina, o secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, o diretor executivo-adjunto do UNAIDS e subsecretário geral da ONU, Dr. Luiz Loures, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a coordenadora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, o diretor do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde (DDAHV), Fábio Mesquita e o Assessor Especial para Assuntos Internacionais do Ministério da Saúde, Alberto Kleiman.

Brasília, 1 de novembro – O Ministro da Saúde Alexandre Padilha encontrou com o Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS, Luiz Loures no dia 31 de outubro para discutir da nova estratégia de resposta à AIDS no Brasil.

Na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) foi realizada reunião com o ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, o secretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, o diretor do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde (DDAHV), Fábio Mesquita, o representante da OPAS no Brasil, Joaquín Molina e a Coordenadora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga Orillard.

Durante o encontro abordou-se a política de “testar e tratar”, a consulta pública sobre o novo protocolo de tratamento antiretroviral e a necessidade de tratar pessoas com tuberculose. A reunião focou, também na ênfase no Estado do Rio Grande do Sul dado o elevado índice de incidência do HIV. O índice de 2% da região é elevadíssimo se comparado ao resto do país, de 0.56%.

Por fim, destacou-se a importância de maior atenção à saúde básica do novo programa, uma vez que haverá aumento da demanda de tratamento.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, “Tudo isso só será possível com uma intensa campanha de testagem. Testes rápidos inovadores fabricados no Brasil estarão no mercado no primeiro trimestre do ano. Isso vai fazer a diferença para chegar às populações de áreas remotas, como a Amazônia”.

UNAIDS e autoridades brasileiras mantiveram intensa agenda de reuniões nesta quinta-feira, dia 31 de outubro

Brasília, 01 de novembro – O Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS Dr Luiz Loures e a Coordenadora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, participaram da reunião do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (o GT/UNAIDS) que contou com a presença de representantes da sociedade civil, das agências da ONU, de agências de cooperação e do governo brasileiro. A reunião do GT/UNAIDS foi marcada pela apresentação da nova estrutura do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Viras do Ministério da Saúde (DDAHV).

A reconfiguração da estrutura busca atender as demandas das novas diretrizes, as quais são baseadas na implementação de abordagens inovadoras, acompanhamento das evidências científicas – nacionais e internacionais – e na busca de maior diálogo entre atores do enfrentamento da epidemia.

A agenda de reuniões foi concluída com a conferência sobre a situação atual da epidemia global da AIDS, Dr. Luiz Loures destacou a acentuada redução mundial de mortes relacionadas à AIDS, entre 2005 e 2011, como grande indicativo da proximidade do fim da epidemia.

Dr. Luiz Loures ressaltou a importância histórica do pioneirismo brasileiro no combate à AIDS. “Estamos num momento importante em que podemos acabar com a epidemia global. O papel histórico de vanguarda que o Brasil sempre teve no combate à doença faz do país uma peça chave neste momento, como exemplo de enfrentamento da epidemia no cenário global”.

“As discussões que tivemos durante a visita do Dr. Loures demonstram que temos que voltar às bases e focar em Direitos Humanos e principalmente, nos direitos das populações LGBT”, acrescentou a coordenadora do UNAIDS, Georgiana Braga-Orillard.

Georgiana Braga-Orillard é a nova Coordenadora  do UNAIDS no Brasil

Chegou à Brasília a nova Coordenadora do UNAIDS no Brasil, a Sra. Georgiana Braga Orillard. Vinda do escritório do UNAIDS em Genebra e com mais de 15 anos de experiência nas Nações Unidas, Georgiana traz ao escritório do Brasil uma nova perspectiva global.

“O Brasil é um exemplo em relação à resposta à Aids. Desde cedo o governo, a sociedade civil e entidades privadas se mobilizaram. Espero contribuir para continuar a mover essa agenda e chegar ao objetivo de zero novas infecções, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS”.

Georgiana ocupou vários cargos na sede do UNAIDS em Genebra, inclusive o de Assessora do Diretor Executivo nos últimos cinco anos, onde ela gerenciou sua agenda política, dando visibilidade à liderança do Programa e sucessos em setores estratégicos. Nesse posto, ela trabalhou junto a oficiais de governo do mais alto nível e vários parceiros, incluindo pessoas vivendo com o HIV em diversos países. Georgiana combina uma forte experiência nas Nações Unidas e no setor privado. Ela também trabalhou para a Radio Television Hong Kong e o South China Morning Post, os dois maiores grupos de comunicação de Hong Kong, China. Dirigiu o programa conjunto de responsabilidade social dessas empresas, onde mobilizou um grande número de atores da comunidade e do setor privado em prol de associações caritativas atuantes na China.

Bacharel em Relações Internacionais da Universidade de Brasília e mestre em Relações Internacionais e Ciencia Política do Instituto de Altos Estudos Internacionais e do Desenvolvimento de Genebra, Suíça. Georgiana tem certificado de Estudos Germânicos da Universidade de Essen, Alemanha e certificado de Estudos de Defesa e Segurança Internacional da Universidade de Tampere, Finlândia.

Brasilieira. Fluente em inglês, francês e espanhol.

Ex-presidente Lula e a resposta à AIDS

Brasília, 16 de setembro – Durante o primeiro encontro do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) com a Comissão Lancet: Da AIDS à Saúde Sustentável, em Lilongwe, Malawi, o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, participou de debate sobre as metas para combate do HIV/AIDS na agenda pós-2015 e como a resposta à AIDS pode contribuir com o futuro da saúde global.

Dentre as atividades no encontro, o ex-presidente Lula concedeu entrevista falando sobre a resposta à AIDS no Brasil e o sucesso da cooperação entre os países do hemisfério sul. Lula destacou a relação da infecção pelo HIV e a pobreza, apontando a importância de se tratar concomitantemente as duas questões. Por fim, o ex-presidente acredita ser possível alcançar “Chegando a Zero”, desde que se mantenha a relevância da questão da AIDS nas agendas globais.

A reunião, que envolveu o UNAIDS e a Comissão Lancet, nos dias 28 e 29 de junho, contou com a presença da Dra. Joyce Banda, presidente do Malauí, Nkosazana Dlamini Zuma, presidente da Comissão da União Africana, Profº Peter Piot, diretor da London School of Hygiene and Tropical Medicine, Boni Yayi, presidente do Benin, Sylvia Bongo Ondimba, primeira-dama do Gabão, Jeannette Kagame, primeira-dama de Ruanda, Festus Mogae, ex-presidente da Botswana e Macdonald Kaberuka, presidente do Banco Aficano de Desenvolvimento.

O próximo encontro está previsto para 2014, sendo o Brasil país-sede da reunião. A entrevista do ex-presidente foi gravada durante o encontro e pode ser acessada através do link: http://www.youtube.com/watch?v=1u1Ah3mwpzc e na página do UNAIDS

Para mais fotos do evento, visite o Picasa do Instituto Lula, https://picasaweb.google.com/116451107798979983687/LulaParticipaDeDebateDaComissaoUNAIDSLancetNoMalaui

Daniela Mercury será estrela de campanha mundial da ONU pelo fim da homofobia

Daniela Mercury acaba de aceitar o convite para estrelar uma campanha mundial do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (Acnudh), pelo fim da homofobia. O tema será Livres e Iguais. Em tempo: No ano passado, o Acnudh elaborou um guia sobre as obrigações dos governos para garantir os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT), intitulado Nascidos Livres e Iguais. A cartilha foi lançada em português pelo Escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) no Brasil. A noticia foi divulgada na coluna Vip do correio da Bahia desta Terça-feira (16).
Conheça a cartilha aqui


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